Resumo da notícia
- A delegação da Noruega para a Copa do Mundo levou cerca de 300 kg de peixe, 116 kg de queijo brunost e 6 mil laranjas para manter a alimentação habitual dos atletas durante a competição.
- A Noruega, líder mundial na produção de salmão, priorizou o pescado na logística alimentar para garantir a qualidade e familiaridade da dieta da equipe nos EUA.
- Três chefs acompanham a delegação em Greensboro para preparar refeições diárias com alimentos tradicionais, visando o equilíbrio físico e emocional dos jogadores.
Quando uma seleção se prepara para disputar uma Copa do Mundo, é comum transportar uniformes, chuteiras, bolas e equipamentos de treinamento. No entanto, a delegação da Noruega chamou atenção por incluir na bagagem aproximadamente 300 quilos de peixe, 116 quilos de queijo marrom e 6 mil laranjas.
Durante o torneio, a equipe ficará concentrada em Greensboro, no estado da Carolina do Norte, nos EUA. Por isso, a comissão técnica optou por levar alimentos já presentes na rotina alimentar dos atletas, buscando manter hábitos nutricionais durante toda a competição.
Pescado e queijo no topo da lista
Entre os produtos transportados, o pescado ocupa posição estratégica. Afinal, a Noruega é reconhecida mundialmente pela força de sua cadeia aquícola. O país lidera a produção global de salmão e, segundo o Conselho Norueguês da Pesca, exporta frutos do mar para mais de 150 países.
Dessa forma, o peixe ganhou espaço relevante na logística da seleção. Ao todo, cerca de 300 quilos de pescado foram reservados para abastecer a cozinha da delegação ao longo da competição.

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Além disso, outro alimento tradicional embarcado para solo americano foi o brunost, um conhecido queijo marrom norueguês produzido a partir do soro do leite. Bastante consumido no país europeu, o produto faz parte do café da manhã e também de lanches ao longo do dia.

As 6 mil laranjas levadas pela equipe também têm função definida. Segundo o planejamento da delegação, elas serão utilizadas na produção diária de suco destinado aos jogadores e membros da comissão técnica. A expectativa é produzir aproximadamente 15 litros por dia durante o período de concentração.
Alimentação familiar como estratégia
Os dirigentes da seleção acreditam que manter uma alimentação conhecida pelos atletas pode contribuir para o rendimento dentro e fora de campo.
Nesse contexto, a avaliação da equipe é de que a “comida familiar” pode desempenhar papel relevante tanto no desempenho físico quanto no equilíbrio emocional dos jogadores.
Para garantir a execução do plano alimentar, três chefs noruegueses acompanham a delegação durante a Copa. O cardápio inclui peixe, frango, arroz, massa e batata. Além disso, as refeições serão servidas quatro vezes ao dia para mais de 60 pessoas, entre atletas e integrantes da comissão técnica.








