A abóbora japonesa, conhecida como Cabotiá, mantém-se como uma das principais culturas de Cucurbitáceas no Brasil, com destaque para a variedade Takayama, da linha Topseed Premium. Há mais de três décadas no mercado, essa abóbora híbrida (Tetsukabuto F1) combina características técnicas e comerciais que garantem rentabilidade e confiabilidade aos produtores, além de maior tempo de prateleira para os consumidores.

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A Takayama se destaca por frutos grandes e uniformes (média de 2,6 kg a 2,8 kg), com casca verde-escura e polpa alaranjada espessa, além de alta rusticidade e adaptação a diferentes solos e climas. Sua produtividade varia entre 18 e 30 toneladas por hectare, dependendo da tecnologia empregada, e resiste bem a doenças foliares e pragas como tripes.

“Mesmo com mais de 30 anos no mercado, a Takayama mantém crescimento nas vendas e conquista novos produtores. Em 2024, registramos recorde histórico de vendas no Paraná”, afirma Vinícius Ferreira, representante técnico da Topseed Premium.

A robustez radicular da variedade permite cultivo em diversos tipos de solo, enquanto o vigor foliar garante maior resistência a intempéries. “A padronização dos frutos, aliada ao peso elevado, aumenta a produtividade por hectare e facilita a comercialização”, explica Jonatas Fonseca, técnico da região Sudeste.

Casos de sucesso

Em Castro (PR), o produtor Allan Diego Cordeiro Livai cultiva 60 hectares de Takayama há seis anos, alcançando 19 toneladas por hectare em 2024. “A durabilidade pós-colheita é um diferencial: vendemos para o Ceasa e os compradores elogiam o tamanho dos frutos e o tempo de armazenamento”, relata.

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Foto: Divulgação

Peter Greidanus, que cultiva 150 hectares entre Paraná e São Paulo, destaca a qualidade do fruto e a sanidade da variedade. “Em alguns talhões, a produtividade chega a 24 toneladas por hectare. A cor escura e a espessura da polpa são decisivas para os clientes do Ceasa”, conclui.

Segue algumas informações adicionais:

  • Produtividade: até 30 toneladas/ha em condições ideais.
  • Durabilidade: frutos mantêm qualidade por mais tempo após a colheita.
  • Aceitação de mercado: formato globular, cor vibrante e polpa espessa.
  • Resistência: adaptação a solos e clima, além de defesa contra pragas.

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