Foto: Divulgação - Agência Brasil/André Borges

O funcionário da Fazenda Terra Boa, em Água Boa (MT), Valdeci Alves de Oliveira, capturou imagens impressionantes do lendário tatu-canastra em pastagens da propriedade. Ao ser gravado, o tatu dirigia-se tranquilamente à mata fechada para se proteger.

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O tatu-canastra, a maior espécie viva da ordem Cingulata, enfrenta ameaças significativas devido à destruição de seu habitat e à caça.

No entanto, ele exerce um papel crucial como “engenheiro do ecossistema”, pois cria tocas que outras espécies utilizam, o que fortalece a biodiversidade. Sua presença serve como um bioindicador da saúde ambiental, sendo essencial para a estabilidade dos biomas como Cerrado, Amazônia e Pantanal.

 

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A IUCN (União Nacional para Conservação da Natureza) classificou o tatu-canastra como Vulnerável, enquanto alguns estados brasileiros o consideram Criticamente em Perigo. Ele pode alcançar até 1,5 metro de comprimento e pesar até 60 quilos, com uma carapaça dura e poucos pelos. Suas garras dianteiras são extremamente longas, usadas para cavar buracos e abrir cupinzeiros, sua principal fonte de alimento.

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No Brasil, o tatu-canastra ocorre principalmente na Amazônia, Cerrado e Pantanal, além de fragmentos da Mata Atlântica. Para proteger o tatu-canastra, autoridades e ambientalistas devem criar áreas protegidas, combater a caça ilegal e promover a educação ambiental.

A conservação do tatu-canastra é vital para manter a integridade dos ecossistemas onde ele habita. Portanto, ações eficazes são urgentemente necessárias para garantir a sobrevivência dessa espécie icônica.

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