O Terminal de Grãos do Maranhão (TEGRAM), localizado no Porto do Itaqui, mantém seu ritmo acelerado como um dos principais corredores de exportação do agronegócio brasileiro. Em março de 2025, o terminal movimentou 1,3 milhão de toneladas de soja, reforçando sua posição estratégica no Arco Norte, rota logística que ganha cada vez mais importância para o escoamento da produção nacional.

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No mesmo mês, o TEGRAM celebrou uma década de operações, marcada pelo acumulado de 83,4 milhões de toneladas de grãos (soja, milho e farelo de soja) exportadas desde sua inauguração, em 2015. O terminal, operado por um consórcio de empresas, já superou marcas históricas:

  • 2015 (ano inaugural): 3,34 milhões de toneladas
  • 2023 (recorde): 15,6 milhões de toneladas

Projeção para 2025: repetir ou superar o volume de 2023

“O TEGRAM se consolidou como um vetor de desenvolvimento para o agronegócio na região do MAPITO (Maranhão, Piauí e Tocantins) e no nordeste de Mato Grosso”, destacou a administração do terminal. Sua localização estratégica reduz custos logísticos e aproxima a produção brasileira dos mercados internacionais.

Com capacidade para 500 mil toneladas em armazéns e sistema eficiente de recebimento por rodovias (900 caminhões/dia) e ferrovias (8 vagões simultâneos), o TEGRAM está preparado para a supersafra 2025. O terminal já passou por duas expansões:

  • 2015: Início das operações com 1 berço de atracação
  • 2020: Ampliação com 2º berço, aumentando capacidade

Futuro (3ª fase): Investimento de R$ 1,634 bilhão para um 3º berço, agregando +8,5 milhões de toneladas/ano

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“Essa expansão é essencial para acompanhar o crescimento do agronegócio. Além de consolidar o Porto do Itaqui como um dos maiores exportadores de grãos do país”, afirmaram representantes do consórcio.

Porto do Itaqui: Destaque no Arco Norte

Em março, o Porto do Itaqui registrou movimento total de 3,3 milhões de toneladas de diversos produtos, com destaque para a soja escoada pelo TEGRAM. O complexo maranhense se firma como alternativa logística às tradicionais rotas do Sudeste, oferecendo:

  • Redução de distâncias para produtores do MATOPIBA e Centro-Oeste
  • Conexão multimodal (rodoviária e ferroviária)
  • Eficiência operacional para embarques em larga escala

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