Resumo da notícia
- O preço do suíno vivo caiu 6,9% em janeiro, a maior queda mensal desde 2025, devido à menor demanda interna e externa após período de estabilidade no último trimestre.
- A redução nas exportações reforçou a pressão sobre os preços, com média diária de embarques caindo de 5,4 mil para 4,9 mil toneladas entre dezembro e janeiro.
- A oferta manteve-se estável, mas a demanda retraída gerou desequilíbrio no mercado, resultando em forte desvalorização do suíno no início do ano.
O preço do suíno vivo caiu com força em janeiro. Os dados do Cepea confirmam o recuo nas cotações. O mercado vinha de estabilidade no último trimestre. A demanda menor pressionou os valores para baixo.
O enfraquecimento ocorreu no mercado interno e externo. Os pesquisadores observam que janeiro costuma ter menor consumo. Os gastos maiores do início do ano reduzem compras. Neste ano, a procura internacional também diminuiu. A retração externa reforçou a queda nos preços.
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Os números da Secex mostram redução nos embarques. Janeiro registrou média diária de 4,9 mil toneladas.
Em dezembro, o volume chegou a 5,4 mil toneladas. Do lado da oferta, o ritmo pouco mudou. Os abates seguiram semelhantes aos de dezembro. A produção estável encontrou uma demanda retraída. Esse cenário gerou desequilíbrio entre oferta e procura. Como resultado, o mercado sentiu forte pressão.
Na praça SP-5, o suíno vivo perdeu valor. O preço médio ficou em R$ 8,24 por quilo. O recuo alcançou 6,9% na comparação mensal. Essa foi a maior queda desde janeiro de 2025. Naquele período, o suíno recuou 13,3% reais.
O movimento atual confirma o momento difícil. Assim, o setor inicia o ano com desvalorização.