Autor: Luna Amaro

Luna Amaro escreve no Agro em Campo desde 2024, com cobertura de agricultura, pecuária, ciência e sustentabilidade. Cresceu no interior de São Paulo, em uma das principais regiões produtoras de laranja do país, onde teve contato próximo com a realidade do campo.

A Doença de Newcastle teve um novo foco confirmado no Oeste de Santa Catarina. O caso foi identificado em um núcleo de perus de corte em Coronel Freitas. A confirmação laboratorial ocorreu entre 23 e 24 de outubro, por meio de sequenciamento genético. Apesar do novo registro, a vigilância sanitária já alcançou grande parte das propriedades próximas. Segundo a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), mais de 70% da zona de vigilância do novo foco coincide com a área monitorada anteriormente. Com isso, as equipes já vistoriaram a maior parte das propriedades do entorno. Além disso, exames negativos em…

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Os preços da soja e do milho enfrentam pressão diante das perspectivas de maior oferta na safra 2026/27. No mercado da oleaginosa, a expectativa de produção global recorde pesa sobre as cotações. Já no milho, a oferta brasileira superior à demanda e as projeções de aumento da produção reforçam o movimento de queda, segundo análises do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Na soja, o avanço da colheita no Hemisfério Norte e o ritmo intenso da semeadura no Brasil contribuem para o cenário de maior disponibilidade. As preocupações com os possíveis efeitos do El Niño, porém, levaram parte…

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O frango resfriado ganhou competitividade frente às carnes suína e bovina na parcial de outubro, até o dia 14. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), as proteínas concorrentes registraram valorizações mais intensas. A carcaça especial suína apresentou a maior alta entre os três produtos. Já a carcaça casada bovina também se valorizou mais do que o frango no período. China ameaça liderança brasileira no frango Saúde intestinal melhora desempenho dos frangos Salários impulsionam demanda por carnes Na Grande São Paulo, o frango resfriado registrou valorização em relação a setembro. Segundo pesquisadores do Cepea, o movimento prolonga…

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A produção brasileira de grãos deve alcançar 367,1 milhões de toneladas na safra 2026/27, segundo a primeira estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgada nesta quinta-feira (15). Ou seja, o volume representa crescimento de 1,4% em relação ao ciclo anterior. A área cultivada pode chegar a 85,4 milhões de hectares, alta de 2,3%. As projeções iniciais indicam expansão para soja e milho, enquanto arroz e trigo devem registrar retração. Os números ainda poderão mudar ao longo do ciclo, conforme o avanço do plantio e as condições das lavouras. Soja e milho concentram a produção A Conab estima a produção…

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A valorização do real frente ao dólar pressionou os preços da soja e do milho no mercado brasileiro. Na soja, o volume exportado e os embarques recordes de farelo em setembro limitaram as baixas. No milho, a retração dos compradores, a oferta da safra 2025/26 e o ritmo mais lento das exportações reforçaram a pressão sobre as cotações, segundo análises do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Clima pode atrasar plantio da soja 2026/27; veja onde a chuva preocupa Soja 2026/27 começa sob pressão de custos e ameaça do El Niño Soja: exportações recordes para setembro limitam queda…

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As exportações brasileiras de carne bovina caíram 35,1% em setembro, na comparação anual. O país embarcou 229,3 mil toneladas no mês. Em setembro de 2025, o volume exportado havia alcançado 353,1 mil toneladas. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). A entidade compilou informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). A receita das exportações também recuou em setembro. O faturamento somou US$ 1,38 bilhão, queda de 27,6%. Na comparação com agosto, o volume exportado caiu 1,8%. A receita, porém, aumentou 1,1%. A redução dos embarques está relacionada principalmente à queda das vendas para a China.…

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As exportações brasileiras de carne suína chegaram a 1,192 milhão de toneladas entre janeiro e setembro de 2026, alta de 6,2% na comparação anual. Os dados consideram produtos in natura e processados e foram divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A receita com os embarques somou US$ 2,737 bilhões no período. O resultado representa crescimento de 1,3% sobre os US$ 2,703 bilhões registrados nos nove primeiros meses de 2025. O crescimento da receita ficou abaixo da expansão do volume. Pela relação entre os dois indicadores, o valor médio por tonelada recuou cerca de 4,7% no período. Carne suína ganha livro…

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O algodão brasileiro chega ao Dia Mundial do Algodão em posição de destaque no comércio global. O país encerrou o ano comercial 2025/26 com recorde de exportações. Entre agosto de 2025 e julho de 2026, o Brasil embarcou 3,37 milhões de toneladas de algodão. O volume representa alta de 19% sobre o ciclo anterior e gerou US$ 5,3 bilhões. O resultado mantém o país na liderança mundial das exportações da fibra. O Brasil também ocupa a terceira posição entre os maiores produtores globais. A data, celebrada nesta quarta-feira (7), também marca a campanha “Naturalmente Presente”, promovida pelo movimento Sou de Algodão,…

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) lançou, nesta sexta-feira (2), uma página sobre os impactos do El Niño no agro. A iniciativa reúne informações e orientações para agricultura e pecuária brasileiras. O conteúdo também apresenta ferramentas para prevenir e reduzir riscos climáticos. O Mapa desenvolveu a página em parceria com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Além disso, a plataforma reúne dados para apoiar ações de prevenção, preparação e mitigação dos impactos do fenômeno. Super El Niño ameaça cevada e pode afetar cerveja no Brasil El Niño pode aumentar presença de serpentes em áreas rurais Informações para produtores rurais A página…

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Os preços do etanol hidratado voltaram a cair no mercado paulista após quase dois meses de altas. Segundo o Cepea, algumas usinas ampliaram a oferta para atender necessidades financeiras ou liberar espaço nos tanques. As chuvas recentes em boa parte das regiões produtoras, porém, restringiram o volume ofertado por outras unidades. Com menor disponibilidade, parte das usinas manteve uma postura mais firme nas negociações. Do lado comprador, algumas distribuidoras priorizaram a retirada de volumes adquiridos anteriormente. Com isso, passaram a esperar novos movimentos dos preços antes de realizar novas compras no mercado. Grunner investe R$ 19,5 milhões em máquinas a etanol e biometano Gasolina…

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