A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) pediu ao governo federal e ao Senado medidas para reagir à decisão da União Europeia de suspender, a partir de quinta-feira (3), a entrada no bloco de produtos brasileiros de origem animal. O presidente da CNA, João Martins, enviou ofícios ao ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e ao senador Nelsinho Trad, presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. Em geral, a entidade afirma que a medida pode provocar prejuízos às cadeias produtivas brasileiras e afetar o acesso dos produtos nacionais ao mercado europeu. Ao mesmo tempo,…
Autor: Luna Amaro
A demanda global firme e as incertezas climáticas impulsionam os preços da soja nos mercados futuro e doméstico. As condições climáticas irregulares no Hemisfério Norte também sustentam as cotações da oleaginosa. Além disso, o mercado acompanha possíveis efeitos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27. Vendedores reduzem negociações No Brasil, a alta ganhou força com a retração de parte dos vendedores, segundo o Cepea. Atentos ao cenário, esses agentes preferiram postergar novas negociações da soja. No mercado spot, porém, muitos vendedores aceitam prazos de pagamento mais longos. Em contrapartida, eles negociam a oleaginosa por preços mais elevados. Brasil propõe segregar cadeias de carne para…
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma regra que facilita a renegociação de dívidas rurais. A decisão ocorreu nesta segunda-feira (24). A medida permite que bancos e cooperativas usem recursos obrigatórios para quitar ou reduzir débitos rurais. Antes, as instituições só podiam utilizar esses recursos em operações contratadas originalmente com a mesma fonte. Com a mudança, os agentes financeiros ganham mais liberdade para renegociar dívidas. A exceção envolve operações vinculadas aos fundos constitucionais. A medida está relacionada à renegociação especial autorizada pela Medida Provisória 1.376/2026. Onça-pintada que interpretou Maria Marruá em ‘Pantanal’ espera filhotes em Goiás Nova lei permite pagar até 25% a…
A soja registrou forte valorização no mercado brasileiro nos últimos dias. O movimento ocorreu diante da demanda firme e da menor oferta. Segundo o Cepea, compradores domésticos e estrangeiros aumentaram as aquisições. Além disso, vendedores reduziram a disponibilidade de lotes no mercado spot. Como resultado, os Indicadores CEPEA/ESALQ – Paranaguá e Paraná atingiram os maiores patamares nominais diários desde abril de 2023. Gabriel Henrique da Silva é campeão da etapa Barretos da PBR Brazil Soja e carne bovina impulsionam exportações de Goiás Demanda chinesa sustenta preços da soja A demanda externa continua aquecida, principalmente por parte da China. No mercado brasileiro, as…
O agronegócio brasileiro empregou 27,79 milhões de pessoas no primeiro trimestre de 2026. O número representa uma queda de 1% na comparação anual. A redução corresponde a 267.298 trabalhadores a menos no período. Os dados são do Cepea, em parceria com a CNA. A retração ocorre após uma sequência de recordes na ocupação do agronegócio brasileiro. Além disso, o movimento acompanhou a redução registrada no mercado de trabalho nacional. El Niño pode elevar preços dos alimentos em até 20% Falta de silos força produtor brasileiro a vender safra mais barato Agronegócio representa 25,73% da população ocupada No primeiro trimestre, os trabalhadores…
O agronegócio manteve papel central no comércio exterior de Goiás no primeiro semestre de 2026. Impulsionado pela soja e pela carne bovina, o estado registrou superávit comercial de US$ 4,21 bilhões. Entre janeiro e junho, Goiás exportou US$ 7,06 bilhões, alta de 4,47% sobre o mesmo período de 2025. As importações somaram US$ 2,85 bilhões, crescimento de 5,72%. Assim, a corrente comercial superou US$ 9,9 bilhões. A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) produziu os dados, analisados pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da Fieg. O levantamento aponta alta de 4,83% na movimentação total do comércio exterior goiano. El Niño pode elevar preços dos alimentos…
O El Niño pode encarecer os alimentos no Brasil e pressionar a inflação nos próximos meses. Segundo estudo do Rabobank, os preços podem atingir o pico até seis meses após choques climáticos. O banco desenvolveu um modelo matemático com base no histórico do fenômeno climático no Brasil. Hortaliças e carnes devem sofrer maior impacto Os alimentos in natura, como carnes e hortaliças, tendem a registrar as maiores altas. Em um El Niño forte, essa categoria pode acumular aumento de 19,9%. No mesmo cenário, os preços da alimentação no domicílio avançariam 6,32%. Já em um El Niño moderado, as altas chegariam a 13,4%…
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone com Donald Trump nesta sexta-feira (21). O diálogo entre os presidentes durou 1 hora e 20 minutos. Segundo o Palácio do Planalto, a conversa teve tom amistoso e cordial. Durante o telefonema, Lula afirmou que as alegações dos Estados Unidos para impor tarifas ao Brasil são “infundadas”. As novas barreiras comerciais foram definidas após investigações do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). O governo norte-americano citou diferentes questões para justificar as medidas comerciais contra produtos brasileiros. Entre elas, estão o desmatamento, o combate à corrupção e o funcionamento do PIX. Crédito caro…
O poder de compra do avicultor paulista frente ao milho e ao farelo de soja recua em agosto. Este é o segundo mês consecutivo de queda. Segundo o Cepea, o movimento ocorre devido à desvalorização do frango vivo e à alta dos principais insumos. No início de agosto, a oferta interna elevada de frango vivo pressionou as cotações. Entretanto, os preços começaram a se estabilizar com a redução do excedente. Enquanto isso, os preços do milho e do farelo de soja avançaram no mercado. Ondas de calor preocupam; saiba como evitar incêndios Boi gordo perde força, mas carne bovina mantém preços altos…
O Brasil encerrou o ano comercial 2025/26 com recorde histórico nas exportações de algodão. Entre agosto de 2025 e julho de 2026, o país exportou 3,37 milhões de toneladas da fibra. O volume cresceu 19% em relação ao ano comercial anterior, quando o Brasil embarcou 2,84 milhões de toneladas. As exportações geraram US$ 5,3 bilhões em receita no período. Os dados integram o Relatório de Safra da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). O documento reúne indicadores sobre produção, exportações, mercado doméstico, oferta, demanda e cenário internacional. Boi gordo perde força, mas carne bovina mantém preços altos Governo amplia regras para estoques…