Paulino Costinha explica como identificar tintos leves, intensos ou delicados sem precisar de conhecimento técnico
vinho tinho
Foto: Rodarte/Agência Agro em Campo

Com a chegada dos dias mais frios, o vinho tinto volta a ganhar espaço na mesa dos brasileiros. Muita gente, porém, ainda hesita diante das prateleiras do supermercado: não sabe por onde começar, qual rótulo escolher ou qual vinho combina melhor com cada ocasião.

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A boa notícia é que entender de vinho exige muito menos técnica do que parece. O mercado oferece cada vez mais opções acessíveis e versáteis, e qualquer pessoa consegue começar a explorar esse universo sem dominar termos complicados nem gastar uma fortuna em garrafas sofisticadas.

Como escolher o primeiro vinho sem errar

Paulino Costinha, especialista em vinhos e espumantes do Supermercados Mundial, recomenda começar pelos rótulos mais fáceis de beber, aqueles que funcionam bem no dia a dia sem exigir experiência prévia.

“Muita gente acha que vinho é complicado, mas hoje existem rótulos muito versáteis e acessíveis. O importante é começar por vinhos mais equilibrados e entender aos poucos quais sabores agradam mais”, explica o especialista.

Paulino separou as opções mais indicadas para quem ainda não tem intimidade com vinhos:

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  • Merlot: tem corpo macio e leve, e harmoniza com facilidade
  • Cabernet Sauvignon: apresenta sabor mais intenso e combina bem com carnes e massas
  • Pinot Noir: traz um perfil mais delicado e leve
  • Tintos de médio corpo: acompanham bem as refeições do dia a dia

A ocasião também define a escolha certa

Além da uva, a ocasião pesa na hora de escolher a garrafa. Vinhos mais leves combinam com jantares simples e encontros descontraídos, enquanto rótulos mais encorpados acompanham melhor pratos intensos e as noites mais frias do ano.

Quem ainda tem dúvidas pode contar com ajuda especializada. A maioria das grandes redes de supermercados mantêm profissionais dedicados à área de adega, prontos para orientar os clientes e sugerir rótulos de acordo com gosto pessoal, ocasião e faixa de preço.

“Hoje muita gente quer aprender mais sobre vinho, mas sem aquela formalidade toda. O consumidor procura praticidade, quer entender o que combina com o próprio gosto e descobrir opções para o dia a dia”, finaliza Paulino.