Resumo da notícia
- O 8º Festival do Queijo Artesanal de Minas atraiu grande público no Parque da Gameleira, reunindo produtores, chefs e consumidores para valorizar a diversidade e qualidade dos queijos mineiros.
- O Sebrae Minas e o Sistema Faemg Senar fortalecem a cadeia produtiva com apoio na gestão, qualificação e promoção das associações regionais, impulsionando negócios e o mercado local.
- Produtores como Mirio Pedro Marques ganham visibilidade com a inclusão de suas regiões em microrregiões reconhecidas, usando o evento para ampliar sustentabilidade e agregar valor aos produtos.
O segundo dia do 8º Festival do Queijo Artesanal de Minas (FQAM) manteve o Parque de Exposições da Gameleira, em Belo Horizonte, cheio de visitantes, degustações e negócios nesta sexta-feira. O evento consolida sua posição como o principal encontro do setor no estado ao reunir produtores das diferentes regiões queijeiras mineiras com consumidores, chefs, especialistas e comerciantes.

Para o gerente de relacionamento do Sistema Faemg Senar, Altino Rodrigues Neto, o festival cumpre um papel estratégico para toda a cadeia produtiva. “O Festival do Queijo Artesanal de Minas se consolidou como um dos principais espaços de valorização dos produtores e das regiões produtoras do estado. Mais do que apresentar ao público a diversidade e a qualidade dos nossos queijos, o evento aproxima consumidores, especialistas, chefs, comerciantes e produtores, fortalecendo toda a cadeia produtiva”, afirma.
O Sebrae Minas atua no evento com foco na profissionalização dos negócios e no fortalecimento das associações regionais. “Trabalhamos com os produtores de queijo artesanal tanto dentro quanto fora da porteira. Nosso ponto inicial é fortalecer as associações regionais, porque acreditamos que o trabalho coletivo gera ganhos maiores para os produtores e para os territórios. Atuamos na gestão, na qualificação dos produtos e, principalmente, na promoção das regiões produtoras, ajudando a posicionar esses queijos no mercado e aproximando consumidores e compradores das histórias e origens de cada território mineiro”, explica Priscilla Lins, gerente da Unidade de Agronegócios e Artesanato do Sebrae Minas.
- Copa do Mundo 2026: Conheça os jogadores que investem no agronegócio
- Do campo à escola: entenda por que o Brasil virou referência em alimentação escolar
Expositores
Entre os expositores, o festival abre portas para produtores que ganham projeção além de suas regiões. Mirio Pedro Marques, da Queijaria DuPidrim, de São João Evangelista, chega ao evento com novidade: o município entrou recentemente para a microrregião do Serro. “Estamos muito felizes com a inclusão, porque isso traz mais visibilidade para o nosso produto e para a nossa região. Produzir queijo artesanal também representa uma oportunidade de gerar mais sustentabilidade para a propriedade rural. Já que conseguimos agregar valor ao produto e aproximá-lo do consumidor final”, diz.
Além disso, Marques também destaca o suporte das instituições parceiras na estruturação do negócio. “O trabalho desenvolvido por instituições como o Sebrae Minas e o Sistema Faemg Senar foi fundamental para a evolução do nosso negócio. Tivemos acesso a consultorias, capacitações, apoio na gestão, no desenvolvimento da marca e em boas práticas de produção. Tudo isso ajudou a tomar decisões importantes para agregar valor ao nosso queijo”, completa.
O FQAM segue até este sábado (07) no Parque de Exposições da Gameleira com programação para toda a família. O público encontra queijos artesanais de diversas regiões do estado, além de degustações, harmonizações, aulas-show e experiências gastronômicas que celebram um dos maiores patrimônios culturais de Minas Gerais. Aliás, a entrada é gratuita.









