Resumo da notícia
- A Polícia Civil de Minas Gerais recuperou uma égua da raça Mangalarga Marchador durante operação em Presidente Olegário, vinculada a investigação da Polícia Civil do Piauí.
- Funcionários de um haras em Patos de Minas reconheceram o animal por fotos e confirmaram que ele havia saído recentemente da propriedade.
- O responsável pela posse do animal entregou a égua voluntariamente, que foi devolvida sob ordem judicial, com o caso seguindo para procedimentos legais no Piauí.
Uma égua da raça Mangalarga Marchador, animal de elevado valor comercial, foi recuperada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) durante uma operação realizada no município de Presidente Olegário, na região do Alto Paranaíba. A ação ocorreu no contexto de uma investigação conduzida pela Polícia Civil do Piauí, responsável pelo caso principal.
As diligências foram coordenadas por agentes da Delegacia Regional de Patos de Minas, que cumpriam um mandado de busca e apreensão relacionado à ocorrência. Durante os trabalhos, os policiais estiveram em um haras especializado na reprodução de equinos, localizado na zona rural de Patos de Minas.
Conforme a investigação, funcionários da propriedade reconheceram a égua após analisarem fotografias apresentadas pelos investigadores. Eles também informaram que o animal havia deixado o haras recentemente.

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Entrega voluntária
Segundo a Polícia Civil, o homem que mantinha a guarda da égua colaborou com os trabalhos e realizou a entrega voluntária do animal aos agentes. Após a apreensão, o equino foi embarcado em um caminhão pertencente à vítima, seguindo determinação judicial e mediante a apresentação da documentação necessária na unidade policial.
Posteriormente, a recuperação da égua foi comunicada à Polícia Civil do Piauí, que dará continuidade aos procedimentos legais para garantir a restituição definitiva do animal ao proprietário.
O caso contou com a atuação da equipe da Delegacia Regional de Patos de Minas e integra uma operação interestadual voltada à localização e recuperação de bens de alto valor econômico vinculados a investigações criminais.
O delegado mineiro responsável pela ocorrência optou por não divulgar o valor de mercado da égua. A medida, segundo a autoridade policial, busca evitar a exposição de cifras que possam estimular a prática de novos crimes semelhantes.










