Resumo da notícia
- Em Portland, EUA, uma loja de répteis oferece aulas de yoga com cobras vivas, incluindo pítons e uma jiboia filhote, proporcionando uma experiência única e exótica para os participantes.
- Cerca de 80% dos alunos são fãs de cobras, enquanto os demais buscam terapia de exposição ou são levados por familiares, mostrando diversidade de motivações para participar.
- A prática tem ganhado popularidade nas redes sociais, atraindo aventureiros interessados em superar medos, curtir a meditação e se conectar com esses animais de forma inovadora.
A verdade é que os animais estão a cada dia mais imerso na rotina dos humanos. Os “pais de pet” já dominam as cidades e demonstram uma conexão emocionante. E, é claro, a yoga também entra nisso. Provavelmente você já viu alguém fazendo a postura do cachorro olhando para baixo ao lado de um cachorro de verdade, por exemplo. No Alasca, chegaram a fazer ioga com renas. Parecia que o limite havia sido atingidom, mas Portland, nos Estados Unidos, discorda.
Por lá, uma loja especializada em répteis passou a oferecer aulas de yoga com cobras.
Aula exótica
A aula dura uma hora e conta com a participação de várias pítons e de uma jiboia filhote chamada Mango. Os animais variam bastante em tamanho: de tímidos trinta centímetros a impressionantes dois metros de comprimento.
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Os tratadores de répteis da loja colocam as cobras sobre os ombros ou barrigas dos participantes, mas não demora muito para os animais tomarem a iniciativa. Aparentemente, o instinto que leva algumas cobras a escalar árvores também se aplica perfeitamente a escalar humanos.
Quem aparece nas aulas?
Segundo um jornal local, cerca de 80% dos participantes são fãs assumidos de cobras e aparecem por escolha própria. Os outros 20% chegam como terapia de exposição ou, em muitos casos, arrastados por algum familiar entusiasmado que achou que seria uma boa ideia para um domingo de manhã.
Seja por curiosidade, superação de fobias ou puro amor por répteis, as aulas têm viralizado nas redes sociais e atraído cada vez mais aventureiros dispostos a testar os próprios limites.