Resumo da notícia
- O IPCA subiu 0,07% em julho, desacelerando a inflação pelo quarto mês consecutivo, acumulando 4,44% em 12 meses e 3,44% no ano, segundo o IBGE.
- A queda nos preços dos alimentos contribuiu para conter a alta dos preços, aliviando os gastos das famílias e refletindo condições do mercado agropecuário.
- O resultado de julho ficou em linha com a expectativa do mercado financeiro, que projeta inflação anual de 5,02% para 2026.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,07% em julho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta foi menor que a registrada em junho, quando o índice avançou 0,16%.
A queda nos preços dos alimentos ajudou a conter a inflação no mês. Com o resultado de julho, o IPCA acumula 4,44% em 12 meses e 3,44% no ano.
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Inflação desacelera pelo quarto mês seguido
O resultado de julho mantém a trajetória de desaceleração observada nos últimos meses.
Em 2026, o IPCA apresentou as seguintes variações:
- Janeiro: 0,33%
- Fevereiro: 0,70%
- Março: 0,88%
- Abril: 0,67%
- Maio: 0,58%
- Junho: 0,16%
- Julho: 0,07%
O dado de julho foi divulgado pelo IBGE nesta terça-feira (11).
Alimentos ajudam a segurar a inflação
A redução dos preços dos alimentos contribuiu para o resultado mais baixo do IPCA em julho.
O comportamento dos preços dos alimentos tem impacto direto no orçamento das famílias e também acompanha fatores ligados à produção agropecuária, oferta, demanda e condições de mercado.
Para o consumidor, a queda desse grupo ajuda a reduzir a pressão sobre os gastos do dia a dia.
Mercado projetava resultado
O resultado do IPCA de julho ficou em linha com a expectativa do mercado financeiro.
O Boletim Focus, pesquisa do Banco Central com instituições do mercado, divulgado na segunda-feira (10), projetava inflação de 0,07% para julho.
Para o fim de 2026, a projeção do mercado para o IPCA aposta em 5,02%.