Resumo da notícia
- A Ford Ranger retomou a liderança das picapes médias no Brasil em setembro, com 3.465 unidades vendidas e 27,2% de participação no mercado, maior índice já registrado pela picape.
- As vendas da Ranger cresceram 10,7% em setembro, enquanto o segmento de picapes médias permaneceu estável, e as versões de entrada voltadas ao trabalho, como a Ranger XL, impulsionaram o desempenho.
- A linha oferece motores 2.0 e V6 3.0 turbodiesel, além de tecnologias como piloto automático adaptativo e câmeras 360º, reforçando sua posição de referência em tecnologia, desempenho e modernidade.
A Ford Ranger voltou à liderança das picapes médias no Brasil em setembro, com 3.465 unidades emplacadas. O resultado levou o modelo a alcançar 27,2% de participação no segmento, o maior índice registrado pela picape no mercado brasileiro, segundo dados divulgados pela montadora.
Na comparação com agosto, as vendas da Ranger cresceram 10,7%. O movimento ocorreu enquanto o segmento de picapes médias permaneceu praticamente estável, com retração de 0,2% no período.
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Setembro marcou ainda a segunda vez em 2026 que a Ranger terminou um mês na liderança. A primeira ocorreu em julho.
Além disso, a picape mantém crescimento no acumulado do ano. Entre janeiro e setembro, foram 26.972 unidades, volume 8,7% superior ao registrado no mesmo período de 2025. No mesmo intervalo, o segmento de picapes médias avançou 3,5%.
Versões de entrada ganham espaço

Parte do avanço recente veio das versões voltadas ao trabalho. As configurações Ranger XL superaram 700 emplacamentos somente em setembro, segundo a Ford.
O resultado amplia a presença da Ranger em uma faixa importante para quem utiliza a picape como ferramenta profissional. A linha atual oferece opções que partem das versões XL, direcionadas principalmente ao trabalho, e chegam à esportiva Ranger Raptor.
Entre elas estão ainda as configurações XLS, Black, XLT e Limited. Dessa forma, a montadora busca atender desde compradores que priorizam capacidade de trabalho até consumidores interessados em equipamentos de conforto e tecnologia.
Para Pedro Tadeu Resende, diretor de Operações da Ford Brasil, o desempenho ocorre em um momento de maior disputa no segmento. “Mesmo com a agressividade da concorrência nos últimos meses e a chegada de novos modelos, a Ranger continua a ser a referência em tecnologia, desempenho, estilo e modernidade das picapes médias”, afirma.
Além disso, segundo o executivo, a estratégia comercial também teve participação no resultado. “Essa liderança é um reconhecimento à superioridade da Ranger, que junto com todos os atributos de engenharia conta também com uma estratégia adequada de conteúdo e preço, e ao trabalho das nossas concessionárias oferecendo as melhores condições para as necessidades de cada cliente.”
Ranger tem opções 2.0 e V6 3.0

Na parte mecânica, a linha oferece diferentes configurações. Entre elas está o motor V6 3.0 turbodiesel, com 600 Nm de torque, aproximadamente 61,2 kgfm, combinado à transmissão automática de dez marchas e ao sistema de tração 4WD.
A gama também conta com motor 2.0 turbodiesel, ampliando as opções conforme a proposta de cada versão.
Dependendo da configuração, a Ranger oferece piloto automático adaptativo com Stop & Go, câmeras com visão 360 graus, monitoramento de ponto cego com cobertura de reboque e assistente de frenagem em marcha a ré. Além disso, o modelo conta com conectividade embarcada e atualizações remotas de software.
Ranger ajuda Ford a crescer no mês
O desempenho da picape também teve peso nos números gerais da marca. A Ford registrou 4.982 veículos em setembro, crescimento de 4,6% sobre agosto. No mesmo período, a indústria avançou 2,3%, segundo os dados apresentados pela montadora.
No acumulado de janeiro a setembro, foram 42.319 veículos da Ford, alta de 8,6% na comparação anual.
Nesse cenário, a Ranger permanece como um dos principais produtos da marca no Brasil. Ao mesmo tempo, o desempenho das versões XL mostra que as configurações voltadas ao trabalho passaram a contribuir de maneira mais relevante para o volume, justamente no mês em que a picape alcançou sua maior participação histórica no segmento brasileiro.