A demanda por derivados de soja nos Estados Unidos fortaleceu os contratos futuros da oleaginosa na CME Group, Bolsa de Chicago. O movimento elevou as cotações do farelo e do óleo e sustentou os preços da soja em grão.
Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização dos derivados resulta do aumento da demanda interna e externa. Além disso, consumidores domésticos e compradores estrangeiros ampliaram as aquisições.
- Por que Vini Jr. come abacaxi antes de entrar em campo? Entenda os benefícios
- Goiás lidera produção de sorgo no Brasil e cresce 40% na safra 2025/26
A procura internacional também cresceu após novos conflitos envolvendo navios no Estreito de Ormuz. Ao mesmo tempo, notícias sobre uma possível paralisação na Argentina reforçaram esse movimento. De acordo com o Cepea, esses fatores podem favorecer as exportações de soja dos Estados Unidos e do Brasil.
Exportações aquecem mercado brasileiro de soja
No Brasil, o interesse pela soja destinada à exportação aumentou a disputa entre compradores internacionais e indústrias esmagadoras. Como consequência, os prêmios de exportação avançaram e sustentaram os preços da soja no mercado interno, conforme o Cepea.
Queda dos preços do milho perde intensidade
O movimento de queda das cotações do milho perdeu força em parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. O avanço da colheita da segunda safra havia pressionado os preços nas últimas semanas.
Segundo o Centro de Pesquisas, as baixas temperaturas em algumas regiões preocupam produtores. Eles temem possíveis impactos sobre as lavouras. Apesar disso, os negócios seguem limitados pela menor participação dos compradores. Muitos agentes também afirmam estar abastecidos para o curto e o médio prazos.









