Resumo da notícia
- As exportações de ovos de Minas Gerais cresceram 15,7% no volume no primeiro bimestre de 2025, com 1,1 mil toneladas e receita de US$ 1,5 milhão, impulsionadas pelo mercado chileno que representa 70% das compras.
- Minas Gerais exportou 1,5 milhão de toneladas do agronegócio para 148 países no bimestre, gerando US$ 2,4 bilhões, queda de 5,2% na receita devido à redução do preço médio por tonelada, mas com leve alta no volume embarcado.
- O estado mantém a terceira posição como maior exportador agropecuário do Brasil, respondendo por quase 11% da receita nacional, com produtos sendo enviados para mercados como China, EUA, Alemanha, Itália e países da África e América Latina.
As exportações de ovos de Minas Gerais cresceram 15,7% no volume embarcado durante o primeiro bimestre de 2025. O estado enviou 1,1 mil toneladas do produto para o exterior entre janeiro e fevereiro, com receita de US$ 1,5 milhão. Uma alta de 4,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O Chile concentrou 70% das compras, de acordo com a Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). A abertura do mercado chileno para ovos e derivados brasileiros em 2023, por meio do sistema de pre-listing, facilitou as negociações sem necessidade de auditoria individual para cada unidade exportadora.
Além do país sul-americano, a produção mineira de ovos chega a Mauritânia, Serra Leoa, Gâmbia, Cuba, Colômbia, Itália e Japão.
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Exportações totais do agronegócio atingem US$ 2,4 bilhões
No acumulado do bimestre, o agronegócio mineiro exportou 1,5 milhão de toneladas para 148 países. A receita total alcançou US$ 2,4 bilhões, com queda de 5,2% no valor, mas alta de 0,3% no volume embarcado em comparação com o ano passado.
Minas Gerais mantém a posição de terceiro maior exportador de produtos agropecuários do país. O estado responde por quase 11% da receita do agronegócio nacional.
A assessora técnica da Seapa, Manoela Teixeira, explica que o recuo da receita reflete a queda no preço médio das exportações. O valor por tonelada caiu de US$ 1.752,79 para US$ 1.657,31. “Os dados indicam que o recuo da receita esteve muito mais associado ao comportamento dos preços e ao mix da pauta do que propriamente a uma perda física de embarques”, afirma.
Ao todo, 397 produtos agropecuários mineiros seguiram para compradores internacionais. China, Estados Unidos, Alemanha e Itália lideram o ranking de destinos.