Resumo da notícia
- A menor oferta de feijão, agravada pelo atraso na colheita e chuvas irregulares no Paraná, mantém os preços elevados no mercado brasileiro.
- Pesquisadores do Cepea indicam avanço nas cotações do feijão carioca e preto nas principais regiões produtoras.
- A alta nos preços limita o volume negociado, mas aumenta a demanda pelo feijão preto e pelos grãos da segunda safra.
A menor oferta de feijão segue sustentando os preços no mercado brasileiro. O ritmo lento da colheita no Paraná reforçou esse movimento.
Segundo pesquisadores do Cepea, as cotações do feijão carioca e preto avançaram nas principais praças produtoras.
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O Paraná, maior produtor da segunda safra, enfrenta atraso no desenvolvimento das lavouras. Além disso, as chuvas irregulares postergaram a colheita.
Com isso, a disponibilidade de grãos permaneceu limitada na semana passada. O cenário reduziu a oferta e sustentou os preços. Ainda conforme o Cepea, novas projeções indicaram recuo na produção paranaense para a safra 2025/26.
Neste início de maio, os preços do feijão carioca continuam em alta. Os agentes acompanham o calendário da colheita no Paraná. Além disso, o mercado monitora a aproximação de uma frente fria na Região Sul. Mesmo assim, compradores mantêm cautela nas negociações.
As cotações mais elevadas reduziram o volume negociado. Por outro lado, o feijão preto ganhou espaço entre os compradores. A demanda por novos grãos da segunda safra também aumentou nos últimos dias.