Resumo da notícia
- O preço do suíno vivo caiu em maio, chegando ao menor nível desde julho de 2012, devido à queda na demanda interna e externa pela carne suína.
- A procura pela carne suína melhorou próximo ao Dia das Mães, mas perdeu força nas semanas seguintes, levando a novas quedas nos preços.
- Apesar da redução nas exportações em maio, o setor suinícola brasileiro mantém foco nas vendas externas para estimular preços internos e escoar a produção.
O preço do suíno vivo registrou nova queda em maio e atingiu o menor patamar desde julho de 2012. O recuo ocorreu em meio à redução da demanda interna e externa pela proteína.
Dados do Cepea mostram que as cotações do suíno vivo e da carne suína caíram pelo terceiro mês consecutivo. Ou seja, considerando os valores corrigidos pela inflação, a média registrada em maio na praça SP-5 foi a menor em quase 14 anos.
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Segundo pesquisadores do Cepea, a procura pela carne suína apresentou melhora próxima ao Dia das Mães, comemorado em 10 de maio. Tradicionalmente, a data aumenta o consumo e impulsiona a demanda pelos animais.
No entanto, o movimento perdeu força nas semanas seguintes. Com isso, os preços voltaram a cair e acumularam novas baixas ao longo do mês.
Exportação
O mercado externo também mostrou enfraquecimento. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam queda de 15% na média diária dos embarques nos primeiros 15 dias úteis de maio, na comparação com abril.
Apesar desse cenário, o setor suinícola brasileiro segue priorizando as exportações. Ou seja, a estratégia busca ampliar o escoamento da produção e estimular uma reação nos preços do mercado interno.
Atacado
No atacado, os preços da carne suína também recuaram. Entretanto, a queda ocorreu de forma menos intensa do que a observada no mercado do animal vivo, conforme levantamento do Cepea.









