Autor: Luna Amaro

Luna Amaro escreve no Agro em Campo desde 2024, com cobertura de agricultura, pecuária, ciência e sustentabilidade. Cresceu no interior de São Paulo, em uma das principais regiões produtoras de laranja do país, onde teve contato próximo com a realidade do campo.

O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul manteve ritmo lento na última semana, segundo levantamentos do Cepea. As negociações ocorreram de forma pontual, com variação de preços entre microrregiões do estado. De modo geral, produtores aguardam novas intervenções do governo para estimular o mercado. A expectativa é que novos leilões oficiais aumentem a liquidez do cereal. Negócios de café aquecem no mercado brasileiro Importação de trigo atinge maior nível em 12 anos Entre os agentes ativos, o objetivo foi atender aos lotes arrematados nos leilões de PEP e Pepro. Os leilões de PEP e Pepro ocorreram…

Leia Mais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou nesta terça-feira, 13, com o primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro. Segundo o Palácio do Planalto, os líderes comemoraram a aprovação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. O tratado deve ser assinado no próximo dia 17, durante encontro oficial no Paraguai. As negociações do acordo duraram 25 anos até a conclusão entre os dois blocos econômicos. Apesar disso, o texto ainda precisa passar pelo processo de internalização nos países signatários. Acordo UE-Mercosul amplia oportunidades ao agro brasileiro Acordo Mercosul–UE: entenda os 13 principais pontos Durante a conversa, Montenegro elogiou o empenho…

Leia Mais

As negociações de café voltaram a aquecer no mercado doméstico após o recesso de fim de ano, aponta o Cepea. Além disso, valorizações externas elevaram as cotações internas e aproximaram os preços das referências buscadas pelos produtores. Segundo pesquisadores, a alta ganhou força a partir de 6 de janeiro. Nesse dia, os futuros março/26 subiram 1.450 pontos na Bolsa de Nova York. Como resultado, o volume negociado aumentou no mercado brasileiro. Entenda a alta do preço do etanol hidratado na safra 25/26 Importação de trigo atinge maior nível em 12 anos Clima causa preocupação Os pesquisadores afirmam que a pouca…

Leia Mais

Agricultores franceses voltaram a protestar em Paris nesta terça-feira contra o acordo comercial entre União Europeia e Mercosul. Pela segunda vez em uma semana, produtores rurais levaram tratores à capital francesa para pressionar o governo. Eles afirmam que o acordo ameaça a agricultura local ao ampliar a concorrência com produtos sul-americanos mais baratos. Além disso, os agricultores criticam diferenças nos padrões sanitários e ambientais exigidos dentro da União Europeia. Acordo UE-Mercosul amplia oportunidades ao agro brasileiro Acordo Mercosul–UE: entenda os 13 principais pontos Os produtores franceses e de outros países do bloco protestam há meses contra o acordo UE-Mercosul e…

Leia Mais

As importações brasileiras de trigo alcançaram, em 2025, o maior volume desde 2013, apontam dados da Secex analisados pelo Cepea. Os embarques cresceram devido aos baixos preços externos e à ampla oferta mundial do cereal. Em dezembro, os portos brasileiros receberam 698,74 mil toneladas de trigo. O volume foi o segundo maior do ano, atrás apenas de janeiro, com 717 mil toneladas importadas. Além disso, dezembro registrou o maior volume mensal desde 2016. Entenda a alta do preço do etanol hidratado na safra 25/26 Pescaria: pirarucu gigante surpreende família no ES No acumulado de 2025, o Brasil importou 6,894 milhões…

Leia Mais

O etanol hidratado negociado nas usinas paulistas superou R$ 3 por litro pela primeira vez na safra 2025/26. Segundo levantamentos do Cepea, o valor líquido de impostos ultrapassou essa marca na última semana. De acordo com o Centro de Pesquisas, a oferta reduzida na fase final da safra sustentou os preços. Além disso, os vendedores mantiveram postura firme nas negociações realizadas no mercado paulista. Vinho, chocolate e azeite podem ficar mais baratos no Brasil Pescaria: pirarucu gigante surpreende família no ES A demanda também impulsionou as cotações, com distribuidoras ativas na recomposição dos estoques. Esse movimento ocorreu após as vendas…

Leia Mais

O clima favorece a colheita de mandioca neste começo de ano, segundo pesquisadores do Cepea. No entanto, a demanda segue limitada, pois unidades industriais retomam o processamento de forma gradual. Enquanto isso, os preços da raiz registram apenas pequenas variações no mercado. No segmento de fécula, poucas fecularias retomaram as atividades até o momento. Colheita da soja 25/26 começa com boas perspectivas Cesta básica fica mais barata em 9 capitais A maioria das indústrias, porém, se prepara para iniciar os trabalhos a partir desta semana. Além disso, as unidades ativas priorizam entregas de negociações firmadas anteriormente. Farinha Já no mercado…

Leia Mais

Após dias de calor intenso, a semana começa com alerta de tempestades em grande parte do país. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a Zona de Convergência do Atlântico Sul influencia o Sudeste. Além disso, a umidade elevada reforça a instabilidade e amplia o risco de chuvas intensas na região. O Inmet informa que a Zona de Convergência Intertropical provoca chuvas no Amapá. Ao mesmo tempo, um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis reduz a formação de chuva no leste do Nordeste. Inflação de alimentos em 2026 terá pressão nas proteínas Cesta básica fica mais barata em 9 capitais Em Santa…

Leia Mais

A colheita da safra 2025/26 de soja começou nas últimas semanas no norte de Mato Grosso e no oeste do Paraná. Segundo pesquisadores do Cepea, as condições climáticas seguem favoráveis nas principais regiões produtoras do Brasil. Por isso, o cenário reforça a expectativa de boa produtividade e mantém o otimismo com uma possível safra recorde. No entanto, o mercado doméstico apresenta baixa liquidez neste início de ano. Inflação de alimentos em 2026 terá pressão nas proteínas Cesta básica fica mais barata em 9 capitais Negociações Produtores permanecem retraídos nas negociações no mercado spot, o que pressiona as cotações da soja.…

Leia Mais

A inflação de alimentos perdeu força em 2025, mas deve mostrar comportamentos distintos em 2026 no Brasil. Após alta de 7% em 2024, os alimentos fecharam 2025 com avanço de 2,9%, segundo o IBGE. Enquanto arroz e feijão ficaram mais baratos, as proteínas mantiveram preços elevados e devem pressionar a inflação neste ano. Dados divulgados na sexta-feira (9) mostram que o clima mais estável impulsionou a produção agrícola e aliviou parte dos preços. Por outro lado, fatores de oferta e demanda devem elevar os custos das carnes ao longo de 2026. Robalo: peixe brasileiro conquista 3º lugar em ranking de…

Leia Mais