Resumo da notícia
- Os preços dos ovos tiveram alta de quase 60% entre 7 e 14 de janeiro, impulsionados pela retomada do consumo no varejo, mas ainda estão abaixo dos valores de dezembro e do ano passado.
- O acordo comercial entre Mercosul e União Europeia prevê uma cota de 180 mil toneladas de carne de frango isentas de tarifa, ampliando em 12 vezes a cota atual e potencializando as exportações brasileiras.
- Apesar do aumento nas exportações, os preços dos cortes de frango no mercado interno seguem em queda em janeiro, refletindo o comportamento sazonal típico do início do ano.
Os preços dos ovos encerraram a primeira quinzena de janeiro com fortes altas em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, a retomada do consumo no varejo melhorou o ritmo de vendas e sustentou as cotações.
Apenas entre 7 e 14 de janeiro, a valorização da proteína alcançou quase 60%, conforme os levantamentos.
Apesar da reação recente, o Cepea aponta que as médias de janeiro seguem abaixo das registradas em dezembro. Além disso, os valores atuais permanecem inferiores aos observados no mesmo período do ano passado.
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Frango

Enquanto isso, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia deve favorecer as exportações brasileiras de frango. Segundo o Cepea, o tratado prevê uma cota de 180 mil toneladas de carne de frango isentas de tarifa.
O volume representa 3,4% das exportações brasileiras em 2025, mas supera em 12 vezes a cota atual.
Atualmente, a cota vigente gira em torno de 15 mil toneladas por ano.
Mesmo sob o regime atual, a União Europeia foi o oitavo maior destino do frango brasileiro em 2025. Os embarques ao bloco somaram cerca de 230 mil toneladas, de acordo com o Cepea.
Mercado interno
No mercado interno, os preços da maioria dos cortes de frango seguem em queda. Segundo o Centro de Pesquisas, o movimento acompanha o comportamento tradicional do mês de janeiro.