Resumo da notícia
- Preços da soja caíram 5,71% na Bolsa de Chicago, pressionados pela incerteza sobre possível adiamento das negociações entre Donald Trump e Xi Jinping, afetando a demanda global.
- A tensão geopolítica no Estreito de Ormuz, importante rota para 20% do petróleo mundial, contribui para a volatilidade dos mercados de commodities.
- Milho e trigo também registraram quedas, de 2,84% e 2,69% respectivamente, acompanhando o movimento negativo da soja e a realização de lucros pelos investidores.
Os preços da soja caíram forte na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira (16/3). Os investidores reagiram ao risco de queda na demanda global e aumentaram a pressão sobre as cotações. Os contratos com vencimento em maio recuaram 5,71% e fecharam a US$ 11,5525 por bushel. O mercado refletiu a preocupação com um possível adiamento das negociações entre Donald Trump e Xi Jinping.
A possível postergação da reunião, prevista para o fim de março, elevou a incerteza entre investidores.
Segundo agências internacionais, Trump busca apoio para garantir o fluxo de navios no Estreito de Ormuz. A região concentra cerca de 20% do escoamento global de petróleo e influencia mercados de commodities.
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Além disso, operadores realizaram lucros após altas recentes impulsionadas por tensões geopolíticas. Essas altas anteriores elevaram os preços do petróleo e do óleo de soja no mercado internacional. No entanto, o óleo de soja caiu mais de 5% na sessão anterior e reforçou o movimento de baixa.
Milho acompanha queda da soja
Os preços do milho também recuaram pressionados por realizações de lucro no mercado internacional.
Os contratos para maio caíram 2,84% e encerraram o dia a US$ 4,54 por bushel.
Trigo segue movimento negativo
O trigo acompanhou o movimento de queda observado nos mercados de soja e milho. Os contratos para maio recuaram 2,69% e fecharam a US$ 5,9725 por bushel.