O Brasil ampliou sua presença no comércio internacional de alimentos e matérias-primas. Em 2025, as exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 169,2 bilhões, recorde histórico, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O resultado representou crescimento de 3% em relação a 2024. Além disso, o setor respondeu por 48,5% de todas as exportações brasileiras, o que demonstra a importância da produção agropecuária para a economia nacional. A posição do país também ganhou destaque na comparação com os Estados Unidos. No entanto, a liderança brasileira depende da categoria analisada: um estudo do Insper Agro Global aponta que o Brasil superou…
Autor: Deuseane Queiroz
A PepsiCo Brasil Alimentos anunciou Renato Boldo como novo vice-presidente e diretor financeiro (CFO) da divisão no país. Com a nomeação, o executivo ficará à frente da área de Finanças e também integrará o comitê executivo da companhia no Brasil. Boldo chega à empresa com mais de 20 anos de experiência em liderança financeira no setor de bens de consumo de alta rotatividade. Antes de assumir o novo cargo, ele atuou como CFO da divisão Pet Nutrition Brasil, da Mars. Ao longo dessa trajetória, desenvolveu experiência em gestão financeira, planejamento estratégico e transformação de negócios. ABRATE tem novo presidente e…
O vinho sem álcool ganha espaço nas estratégias de empresas do setor vitivinícola brasileiro. A ampliação do portfólio de bebidas desalcoolizadas e os investimentos em processamento abrem novas possibilidades de negócio para vinícolas que desejam diversificar a produção. Um dos sinais desse movimento vem da Henkell Freixenet Brasil. A participação dos produtos desalcoolizados nos negócios da empresa passou de 9% em 2025 para 15% entre janeiro e agosto de 2026, segundo informações divulgadas pela companhia e repercutidas pela imprensa. O avanço também aparece nos investimentos em infraestrutura especializada. Em Flores da Cunha, na Serra Gaúcha, a Wine Free inaugurou, em…
As chuvas recentes dificultam o plantio de arroz no Rio Grande do Sul na safra 2026/27. Embora algumas regiões avancem na semeadura, outras enfrentam interrupções nos trabalhos, alagamentos e erosão do solo. Além disso, produtores avaliam possíveis necessidades de replantio e reparos em estruturas de irrigação e drenagem. De acordo com o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), até 9 de outubro de 2026, os agricultores haviam semeado 282.871,71 hectares, o equivalente a 32,82% da área projetada para a temporada. A intenção de plantio é de 861.778,96 hectares. Se o seu melhor funcionário sair amanhã, o que o cliente vai…
O mel de abelhas sem ferrão produzido no Rio Grande do Sul ganhou uma nova oportunidade de comercialização. Em junho de 2026, foi envasado o primeiro lote gaúcho de mel de meliponas com registro no Serviço de Inspeção Federal (SIF). A conquista permite ampliar as vendas para diferentes regiões do Brasil e abre a possibilidade de exportação, desde que sejam cumpridas as exigências dos países de destino. O avanço pode beneficiar a meliponicultura, atividade dedicada à criação de abelhas nativas sem ferrão. Apesar do potencial econômico, a atividade ainda enfrenta desafios para transformar a produção em renda. Um levantamento divulgado…
Os Estados Unidos voltaram a liderar o ranking dos países que mais compram café do Brasil em 2026, superando a Alemanha. Entre janeiro e setembro, os norte-americanos importaram 3,805 milhões de sacas de 60 quilos de café brasileiro, enquanto os alemães adquiriram 3,307 milhões de sacas. Segundo o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), os Estados Unidos responderam por 13,1% das exportações brasileiras do produto no período. Já a Alemanha ficou com 11,4%, ocupando a segunda posição entre os destinos do café nacional. Apesar dessa retomada, as compras norte-americanas ainda ficaram 12,8% abaixo do volume registrado nos nove…
O cambucá (Plinia edulis) é uma fruta brasileira que chama a atenção por uma característica incomum: seus frutos crescem diretamente no tronco e nos galhos mais grossos da árvore. Nativa da Mata Atlântica, a espécie tem ocorrência restrita e enfrenta ameaças relacionadas à perda de ambientes naturais. A árvore integra a diversidade vegetal brasileira, mas ainda é pouco conhecida pela maioria dos consumidores. Por isso, divulgar suas características ajuda a despertar o interesse por espécies frutíferas que não conquistaram espaço expressivo no mercado. Biribá: fruta amazônica surpreende pelo sabor e desperta interesse da ciência Sapota-preta: saiba porque fruta é chamada…
A onça-pintada (Panthera onca) ocupa o topo da cadeia alimentar em diferentes ecossistemas das Américas. Sua força e sua capacidade de capturar presas de vários tamanhos fazem com que um adulto saudável tenha poucos inimigos naturais. Ainda assim, os filhotes são mais vulneráveis, e encontros com outros grandes animais podem representar riscos em determinadas circunstâncias. No Brasil, os principais desafios para a sobrevivência da espécie vão além das relações entre predadores. A destruição de ambientes naturais, a redução de áreas disponíveis para a fauna e os conflitos com atividades humanas estão entre os fatores que preocupam os pesquisadores. Onças-pintadas emitem…
A chegada da primavera muda as condições de cultivo de frutas, legumes e verduras em diferentes regiões do Brasil. As temperaturas, as chuvas e a luminosidade influenciam o desenvolvimento das lavouras, o ritmo das colheitas e a quantidade de alimentos disponível nos mercados. Essas condições podem repercutir nos preços dos alimentos. Quando a oferta aumenta, os comerciantes podem reduzir as cotações para estimular as vendas. Em contrapartida, perdas nas lavouras, problemas de qualidade e dificuldades de colheita podem diminuir a disponibilidade de produtos e pressionar os valores. A sazonalidade dos alimentos ajuda a explicar essas oscilações, mas não garante preços…
A produção de milho dos Estados Unidos deve alcançar 407,2 milhões de toneladas na safra 2026/27, enquanto os estoques finais estão projetados em cerca de 47 milhões de toneladas. As estimativas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgadas em 9 de outubro, ampliam a perspectiva de oferta e podem limitar a recuperação dos preços no mercado internacional. O aumento da disponibilidade do cereal reforça a atenção dos produtores e agentes do mercado às próximas revisões das projeções. No Brasil, porém, o impacto dependerá também do câmbio, da demanda interna, das exportações e dos custos logísticos. Safra recorde de…