O mercado de feijão registra demanda enfraquecida em todo o país. Segundo o Cepea, indústrias seguem abastecidas. Assim, o ritmo lento de reposição pressiona as cotações. Como resultado, os preços caíram na última semana.

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Esse movimento ocorreu na maioria das praças monitoradas pelo Cepea. Ainda assim, os valores de março superam fevereiro.

Queda de preços acompanha avanço da colheita

No feijão carioca de notas 9 ou superiores, os preços recuaram. O avanço da colheita no Sul influenciou esse cenário. Além disso, produtores venderam mais para fazer caixa. Dessa forma, a pressão sobre as cotações aumentou.

Qualidade dos grãos impacta estratégia de venda

Para o feijão carioca de notas 8 e 8,5, a qualidade pesa nas negociações. O escurecimento dos grãos preocupa produtores. Por isso, vendedores priorizam liquidez. Eles tentam evitar perdas com possível desvalorização da qualidade.

Oferta maior pressiona mercado de feijão preto

No mercado de feijão preto, a oferta supera a demanda. Com isso, os preços caíram de forma generalizada. Os pesquisadores do Cepea observaram recuos em diversas regiões ao longo da semana.

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Colheita avança, mas segue abaixo da média histórica

No campo, a colheita da primeira safra avança no Brasil. Dados da Conab mostram ritmo consistente. Até agora, os trabalhos atingem 65% da área nacional. O índice supera os 61,8% do ano passado. No entanto, o número ainda fica abaixo da média de cinco anos, que é de 67,7%.