Já o milho tem preços firmes em SP e queda no Sul
STF valida Moratória da Soja e mantém acordo contra desmatamento. Leia mais e fique por dentro.
Foto: Aprosoja/TO

Os preços da soja caíram no fim de fevereiro no mercado brasileiro. A desvalorização do dólar frente ao real reduziu a paridade de exportação. Além disso, o câmbio menor diminuiu a competitividade da soja brasileira frente à norte-americana. As expectativas de oferta volumosa no Brasil também pressionaram as cotações.

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O levantamento do Cepea mostra que a média de fevereiro recuou em termos reais. Com isso, os valores voltaram aos patamares observados em 2024. Apesar das adversidades climáticas em regiões produtoras, agentes mantêm otimismo sobre a safra.

Segundo o Cepea, o volume final deve permanecer elevado. A perda produtiva no Sul e no Sudeste tende a ser compensada. Outras regiões registram bom desempenho nas lavouras. Assim, a produção total deve sofrer impacto limitado.

Milho

No mercado de milho, produtores priorizam a colheita e o escoamento da soja. Por isso, a oferta de milho permanece restrita no mercado spot nacional. Os pesquisadores do Cepea afirmam que a demanda sustenta os preços em São Paulo. Nas regiões consumidoras, a oferta abaixo da demanda mantém valores firmes.

Por outro lado, no Sul do Brasil, os preços registram queda. A colheita da safra de verão amplia a disponibilidade do cereal. Mesmo assim, a retração dos produtores limita desvalorizações mais intensas. Muitos vendedores retêm o milho à espera de reação das cotações. Além disso, diversos agentes priorizam a comercialização da soja no curto prazo.

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