Resumo da notícia
- A produção de carne suína no Brasil atingiu 5,65 milhões de toneladas em 2025, um recorde histórico com alta de 5,5% em relação a 2024, impulsionada por investimentos e resiliência do setor.
- Em 2026, apesar da demanda externa aquecida, o consumo doméstico enfraquecido pressiona os preços da carne suína, mantendo os valores de comercialização baixos no mercado interno.
- Para abril, espera-se redução nos abates, o que pode limitar a oferta interna; o fim da Quaresma deve aumentar o consumo, potencialmente elevando a demanda e os preços da carne suína.
A produção de carne suína no Brasil alcançou nível histórico em 2025. O resultado reflete investimentos no setor e a resiliência da suinocultura nacional. Segundo o IBGE, o país produziu 5,65 milhões de toneladas no ano passado. O volume representa alta de 5,5% em relação a 2024.
O desempenho também marca um novo recorde para a produção brasileira de carne suína. Além disso, o setor mantém ritmo firme mesmo diante de desafios de mercado.
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2026
Para 2026, o Cepea aponta aumento da disponibilidade interna desde janeiro. Esse avanço ocorre mesmo com a demanda externa aquecida pela carne brasileira. Ao mesmo tempo, o consumo doméstico segue enfraquecido e pressiona os preços. Como resultado, os valores de comercialização dos produtos suinícolas permanecem baixos.
Abril
Para abril, o Cepea prevê redução no ritmo de abates. Esse movimento pode limitar a oferta interna nos próximos meses. Caso as exportações continuem firmes, a disponibilidade tende a ficar mais ajustada. Além disso, o fim da Quaresma deve impulsionar o consumo no mercado interno. Com isso, a demanda pode reagir e sustentar uma recuperação nos preços. Esse cenário pode favorecer tanto o animal vivo quanto os cortes suínos.