Resumo da notícia
- A entrada da terceira safra de feijão carioca aumenta a oferta e pressiona os preços pagos ao produtor, com compradores adotando postura cautelosa diante da maior disponibilidade.
- No feijão-preto, a produção menor mantém as cotações firmes, mas a demanda ainda limita uma valorização mais expressiva no mercado.
- Os preços no campo refletem a maior oferta, enquanto o varejo mantém valores altos devido às altas das primeiras safras, gerando um descompasso entre produtor e consumidor.
A entrada da terceira safra continua pressionando os preços do feijão carioca no mercado brasileiro. Segundo o Cepea, o aumento gradual da oferta reduz os valores pagos ao produtor. Além disso, compradores adotam postura cautelosa diante da maior disponibilidade do grão.
No mercado do feijão-preto, o cenário segue diferente. A confirmação de uma produção menor mantém as cotações sustentadas. Mesmo assim, a demanda ainda limita movimentos mais fortes de valorização.
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Os pesquisadores do Cepea destacam que os preços no campo já refletem o avanço da oferta. Por outro lado, o varejo ainda incorpora as altas registradas durante a primeira e a segunda safras. Esse descompasso mantém os preços ao consumidor em patamar superior ao observado no mercado produtor.








