Resumo da notícia
- A pesca de tainha na modalidade arrasto de praia está suspensa desde 7 de janeiro em todo o Brasil, após atingir 90% da cota autorizada para a temporada de 2026.
- A cota total é de 8.168 toneladas, definida pelos ministérios da Pesca e do Meio Ambiente em portaria conjunta para garantir o cumprimento das regras.
- Embarcações no mar devem desembarcar o pescado em até 24 horas, e pescadores poderão capturar outras espécies após esse prazo, medida baseada em monitoramento contínuo da temporada.
A pesca de tainha na modalidade arrasto de praia está suspensa desde este domingo (7) em todo o país. A medida ocorre após o Brasil atingir 90% da cota autorizada para a temporada de 2026.
O Ministério da Pesca e Aquicultura anunciou a suspensão como forma de evitar que o volume de captura ultrapasse o limite estabelecido.
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A cota para a temporada soma 8.168 toneladas. Os ministérios da Pesca e do Meio Ambiente definiram o volume em portaria conjunta. A suspensão tem caráter preventivo. Dessa forma, o governo busca garantir o cumprimento das regras da temporada.
Além disso, as embarcações que já estão no mar devem desembarcar o pescado em até 24 horas após a captura. Após esse prazo, os pescadores poderão retomar as atividades voltadas à captura de outras espécies.
Monitoramento da temporada orienta decisão
O ministério baseou a medida nos dados do Painel de Monitoramento da Temporada de Pesca da Tainha. A ferramenta acompanha o volume capturado durante a safra.
Por determinação legal, as empresas pesqueiras devem informar ao governo a quantidade de pescado retirada do mar. Assim, os órgãos responsáveis acompanham o avanço da cota e adotam medidas de controle quando necessário.








