Resumo da notícia
- A forte demanda internacional manteve os preços do farelo e da soja em grão estáveis na última semana, enquanto o óleo de soja caiu devido à desvalorização do petróleo.
- No Brasil, os preços do complexo soja recuaram levemente com o aumento da oferta e a queda do dólar, impactando a competitividade das exportações brasileiras.
- Em março, o Brasil exportou 14,51 milhões de toneladas de soja, mais que o dobro de fevereiro, mas com leve queda anual; exportações de farelo bateram recorde, enquanto óleo de soja caiu 13%.
A demanda internacional aquecida sustentou os preços do farelo e da soja em grão na última semana. Enquanto isso, o óleo de soja registrou queda no mercado externo, influenciado pela desvalorização do petróleo.
No Brasil, os preços do complexo soja recuaram levemente, conforme dados do Cepea. Esse movimento ocorreu devido ao aumento da oferta e à queda do dólar frente ao real. Além disso, esse cenário reduziu a competitividade das exportações brasileiras.
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Dados da Secex mostram que o Brasil exportou 14,51 milhões de toneladas de soja em março. O volume mais que dobrou em relação a fevereiro, com alta de 105,29%. Por outro lado, o resultado apresentou leve queda de 0,96% frente a março de 2025. As exportações de farelo de soja seguiram aquecidas ao longo do período. Segundo a Secex, o país embarcou 1,92 milhão de toneladas em março, recorde para o mês.
Já os embarques de óleo de soja somaram 176,91 mil toneladas em março.O volume caiu 13,02% em relação ao mês anterior.
Os pesquisadores do Cepea apontam que a menor demanda internacional pressionou os embarques. Entre os fatores, destacam-se a redução das compras de Índia e Uruguai. Além disso, a ausência da China também contribuiu para a queda nas exportações.
